Do taberneiro centenário ao chef de retorno: sete jantares que explicam a cidade
Começámos numa tasca sem ementa escrita na Rua dos Cavaleiros, onde o bacalhau à brás sabe como em 1962. Acabámos no Cais do Sodré, a comer caril de bivalves num prato que não devia funcionar mas funciona. Pelo meio: a cozinha atlântica de Cascais, o fado vadio de Alfama, um almoço de domingo em Alcântara, e a melhor francesinha da Invicta — sim, atravessámos o rio.
"Lisboa come-se devagar. É a única maneira de a cidade se deixar entender à mesa."Ler o roteiro completo